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| 05.11 |
E olha só que coisa mais fofa a talentosíssima Jana Magalhães fez para mim:

Sou eu! : )
Para quem não sabe, a Jana é que desenhou a capa do meu livro mais recente "A Panela Amarela de Alice". Na capa do livro, a Alice com a panela amarela dela. No meu desenho, eu com minha panelinha preferida de abóbora em mãos.
E como gente especial, gentil e querida é outra coisa, recebi meu desenho pelo correio, assim, com laçarote. A coisa mais linda do mundo!

Gracias gracias para a Jana! Amei de paixão e cada dia mais queria morar perto dela para trocarmos esmaltes durante a semana. ; )
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| 24.10 |
Numa maratona de 24h é preciso muita comida para repor as energias bem gastas nesta causa muito nobre! Aqui estão algumas das comidinhas avistadas hoje nos estúdios do SBT:

Profusão de bolinhos no lounge dos artistas, de todos os sabores possíveis e com bandeirinhas.

Sorvetinhos yummy yummy no lounge.

Cupcakes da Luana causaram frisson nos bastidores (esses da caixinha foram pra Hebe).

E no nosso camarim de blogs, cestinhas de pão, frios e frutas.
E você? Já fez sua doação? As crianças fofas e fortes que estão aqui precisam muito da sua ajuda também!
Doe! Acesse o site www.teleton.org.br, ou ligue:
0500 12345 05, para doar R$ 5,00
0500 12345 10, para doar R$ 10,00
0800 775 2009, para valores acima de R$ 30,00
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| 19.09 |
Muita gente me pergunta como eu faço para conseguir trabalhar, cuidar da filha, da casa, do marido, da gata, escrever e tudo mais ao mesmo tempo. A resposta: não faço.
Tem horas que a vida fica tão corrida que algumas coisas tem que ser adiadas, mas não por falta de amor a elas. E é por isso, amados, que meu relato de como foi o lançamento chega a vocês tão tardio. Mil perdões.
Mas antes tarde do que nunca, então vamos lá.

Chegando no Centro Cultural São Paulo achei a Camila, da Memória Visual, minha editora querida que cuida tão bem dos meus filhotes literários com nosso novo bebê em mãos. E vou contar para vocês leitores companheiros de jornada, é TÃO gratificante e feliz ver pronto aquele projeto que lhe tomou tantas noites de sono e horas de lazer finalmente acabado, no ponto de sair das suas mãos e tomar o mundo. É um momento muitíssimo feliz.
Este livro foi o que mais me deu frio na barriga. É autobiográfico, conta para quem quiser ler a história mais bonita e emocionante que já vivi: a da gravidez, do nascimento e da primeira infância da filhota. Foi minha primeira gravidez e muitos dos meus medos e inseguranças agora estão impressos e muitas alegrias também.
Com isso espero ajudar outras mães a passar por esse momento e também mostrar aos meninos que lerem como é que as grávidas e mães se sentem. E sei que quando Alice crescer vai saber direitinho onde procurar quando quiser saber como foi o comecinho da sua vida.

De volta ao lançamento. Alice estava lá, prestigiando, e até autografou alguns livros comigo, leva jeito a pequena. Depois se esbaldou com os contadores de histórias e as atividades da área infantil da feira.
Nunca havia ido à Primavera dos Livros, evento que acolheu nosso lançamento, e tenho a dizer que é um evento muito aconchegante. Bons livros, bons preços e coisas bacanas acontecendo o tempo todo por lá. Vale a visita no próximo ano.
Muitos amigos queridos e familiares apareceram por lá para garantir em primeira mão suas Panelas Amarelas e puderam provar e comprovar o trabalho primoroso dos nossos amigos que arregaçaram as mangas e fizeram acontecer o lançamento. A Luana forneceu deliciosos cupcakes (que por pouco não acabam em cinco segundos, tamanho frenezi que provocaram nos passantes da feira) e o pessoal do Zest garantiu a organização do nosso espaço e o serviço gentil e atencioso aos nossos convidados. Muito obrigada a vocês, viu?
Quem também esteve presente, mesmo que de longe, na festa foi a Jana Magalhães, que ilustrou a capa do livro e preparou tênis muito fofos para eu e Alice usarmos nessa estréia tão especial. Por mil motivos acabamos não conseguindo usar os tênis no dia, mas agora eles não saem dos nossos pezinhos. Gracias Jana querida!

E assim, meu povo, é que foi a tarde de lançamentos tão gostosa da nossa Panela Amarela.
Espero que vocês que não puderam ir possam sentir através desse rápido relato um gostinho desse tempo precioso de celebração que tivemos. E espero que gostem do livro. : )

A Panela Amarela de Alice já está à venda na Livraria da Folha e na Livraria Cultura, e também pode ser encomendada por e-mail (vendas @ memoriavisual.com.br) diretamente com a editora.
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| 24.07 |
São Paulo é uma cidade ótima para comer bem, mas tem seus defeitos. Uma das maiores diferenças que encontro quando como em restaurantes fora daqui, principalmente no exterior, é a atitude dos lugares.
Para fazer uma excelente refeição em NY, por exemplo, você não precisa de terno, gravata ou salto alto. Lá há lugares em que se come bem e que te recebem até de chinelos. O que importa é a comida e não quem você aparenta ser. Coisa que não acontece por aqui, ou quase.
Ultimamente São Paulo começa a acordar para a noção de que comida boa não é coisa de über-rico ou grã-fino, é coisa de quem gosta de comer, independente do tamanho do bolso. Começo a achar por aqui lugares tão bons e charmosos quanto os que já experimentei na grande maçã.
Lugares em que você sabe que vai se sentir bem, e não acuado; em que vai encontrar comida excelente e não gente metida.

salão do Sal
O Sal é um deles. Com talento e criatividade o Henrique Fogaça, chef do Sal comanda as panelas da diminuta cozinha do restaurante. Ele é prova viva da minha teoria de que quanto mais tatuagens tem o chef melhor é a comida que sai da sua cozinha. Pessoas tatuadas não se prendem a padrões e julgamentos, nem tem medo de ousar e de se comprometer pelo que acreditam ser bom.
O cardápio do restaurante dele traz elementos diversos e de preparo singular, como atum, polvo, pato e cupim. E cada um deles sai da cozinha com cozimento perfeito. Isso merece respeito.

Lombo de cordeiro com shitake, purê dois queijos e molho de jabuticaba. Campeão.
As entradinhas do Sal dão o tom da refeição e merecem ser provadas. O difícil é escolher entre as opções: bruschetta de polvo, atum cítrico... são todas ótimas. Quando fui experimentar a entrada da foto abaixo, com camarão, mamão e alho-poró; fiquei desconfiada da mistura.
Experimentei cada elemento separadamente, todos sabores marcantes que pareceriam brigar, mas ao colocar todos juntos na boca fez-se mágica. O resultado foi um sabor totalmente diferente, e texturas divertidas para o paladar, como a boa comida deve ter.

Camarões, creme de mamão e alho-poró.
Não é um restaurante dos mais baratos, mas o preço cobrado é justíssimo para a qualidade da comida servida e o cuidado que a equipe tem. Você não vai pagar centavo algum extra por luxos desnecessários e vai sair de lá feliz. Como eu sai.
O Sal é um lugar bonito, para se aconchegar em um dos sofazinhos e experimentar seus sabores fortes e deliciosos. Um lugar que me faz gostar mais de morar e comer em São Paulo.

Henrique e pessoal do Sal, de parabéns.
Conheça o Sal:
- Site: www.salgastronomia.com.br
- Twitter: @salgastronomia
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| 01.07 |
Viajar com crianças pequenas é sempre um desafio. Muita bagagem, carrinho, cadeirinha de carro, fralda, papinha, mamadeiras... Por isso é sempre mais fácil ir para lugares preparados para recebê-las, como hotéis fazenda, parques temáticos e afins.
Mas convenhamos amigos, hotéis fazenda e parques temáticos não são lugares focados em comida boa. E eu quando viajo só quero comer bem. Bons restaurantes, bons mercados e ingredientes interessantes. E nada impede que destinos de gastronomia rica sejam divertidos para crianças também.
De todos os destinos turísticos para se ir com um bebê uma cidade grande como Nova Iorque parece ser o menos provável, mas é uma das melhores cidades para comer bem. Na primeira grande viagem que fizemos com pequenota, mesmo com um frio de tremer os ossos a grande maçã foi muito acolhedora, very kid friendly.
Listo aqui para os pais viajantes, os que como eu preferem comer bem do que ver o Mickey, alguns lugares gostosos para visitar acompanhados das crias. Bom apetite e boa viagem!
Momofuku Saam
A comida do David Chang, o imperador Momofuku, é realmente incrível. Não é à toa que ele tem criado tanto zum zum zum no cenário gastronômico novaiorquino nos últimos anos. O forte dos pratos é a pimenta, mas o modo como eles brincam com as texturas e com os sabores marcantes é delicioso. Na foto abaixo, picles de vegetais e os clássicos pork buns (barriga de porco e pepino e molhinho em minipão feito no vapor) que tivemos que repetir antes de fechar a conta.

O Saam não é o lugar mais amigável para bebês, não tem cadeirão e as comidas são apimentadas demais para os paladares infantis, mas Alice comeu bastante pãozinho no vapor e ninguém olhou torto enquanto ela derrubava todos os hashis no chão.
Momofuku Bakery & Milk Bar
Integrado ao Saam fica o Milk Bar, a casa de pães e doces e biscoitos dos Momofukus. Os bolos e tortas são lindíssimos, mas às vezes doces demais. O que surpreende são os sabores sazonais dos sorvetes (experimentei um de sucrilhos) e dos biscoitos - o cookie de milho e o bizarro compost cookie, que tem até pretzel na massa, valem ser levados para casa. Se for ao Saam, o Milk Bar é desvio obrigatório. ps: bebê adorou o sorvete (que o pediatra dela não leia isso).
Shake Shack
Um dos melhores hambúrgueres, no lugar mais adequado para crianças. Profusão de cadeirões, trocador no banheiro e até estacionamento de carrinhos de bebê. Isso na unidade do Upper West Side, que é fechada. A unidade original, no Madison Square Park é ainda mais agradável para crianças, que podem comer vendo esquilos e cachorros e passarinhos que atacam as migalhas de pão ao redor. Prepare-se para as filas e vá com fome, para poder experimentar várias comidinhas e também os frozen custards.

Johns of Bleecker
Bebês dormem cedo e minha filha às 21h vira abóbora. Por causa disso não foi todos os dias que pudemos sair para jantar, o que não nos privou de experiências gastronômicas deliciosas. NY é a cidade da boa pizza neste continente e em uma das noites que ficamos no Hotel enquanto eu ficava com minha bela adormecida o marido saiu para pegar uma pizza no Johns, uma das tantas pizzarias excelentes de lá, mas que não faz entregas. Só digo que a pizza deles vale a passagem do metrô e a saída do hotel.

Pastis
Este francês é um daqueles restaurantes bem gostosinhos em que você vai quando quer boa comida, ambiente agradável e poucas surpresas. Bebê foi muito bem recebido com cadeirão, maitre guardou o carrinho num cantinho e ela se divertiu horas com a cestinha de pães, enquanto mamãe tomava French 75. Família toda feliz no Pastis. : )
City Bakery
Fomos lá aproveitar o festival do chocolate quente, que é rico, doce e denso (peça água para tomar depois), os biscoitos são deliciosos e o muffin de maçã muito gostoso, com pedaços grandes de bolo de maçã, bem interessante. No almoço há um buffet de comidinhas boas também. Mas o que importa aqui é a cozinha, não a de onde saem as comidas servidas, mas essa aqui, para as visitas mirins:

Katz`s
Com um ambiente amplo e descontraído, aqui seu filho pode bater o que quiser na mesa e falar alto que ninguém vai ligar, e enquanto o pimpolho se diverte você se delicia com o pastrami mais famoso da cidade. É realmente delicioso, mas achei um tiquinho gorduroso pro meu gosto, além da fatia ser cortada grossa demais. E se você conseguir entender como marcar os itens nessa comanda eu colo uma estrelinha no seu caderno.

Evite: Corner Bistro à noite, demos com a cara na porta, e passamos vontade de hambúrguer, por que com o bebê não rolou. Muito agitado e desconfortável para os pequenos, esse é um programa de adulto.
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| 29.06 |
Há escolhas que precisamos fazer que definem quem somos e essas são as escolhas mais difíceis. A escolha das amizades, a escolha dos namorados, a escolha das roupas para usar nas ocasiões em que é preciso impressionar. Cada uma dessas escolhas diz muito sobre quem você é.
Há muito uma escolha especial me atormenta. Há 5 anos trabalho na mesma região e nestes anos todos muitos restaurantes que servem almoço abriram, reformaram, mudaram de dono e fecharam, mas até hoje não consegui achar nenhum que tenha a minha cara, que eu possa chamar de meu.
Parar para o almoço durante o expediente de trabalho é quase um ritual. Chega a hora tão esperada nos ponteiros ou dígitos do relógio, sua cabeça muda de ritmo, você pega seus objetos especiais (celular, ticket refeição, óculos escuros) e ruma ao local em que encontrará as outras pessoas que também buscam uma pausa de paz na correria. E isso não é muito diferente de acordar, pegar um livro e ir à igreja.
Escolher uma igreja não seria tão difícil para mim quanto um restaurante para almoçar. Não é só a filosofia e a crença, no restaurante conta a filosofia (serve orgânicos?), a crença (compra ingredientes da multinacional tirana?) e também a higiene, o ambiente, a simpatia dos atendentes, o aconchego do ambiente, o preço, o horário em que enche a casa, a rapidez e eficiência do atendimento, a variedade dos pratos da cozinha, a variedade do público que frequenta o lugar, o tempero da comida... são fatores demais que tornam a escolha muito, mas muuito difícil.
O restaurante dos meus sonhos seria um de Prato Feito. Comida barata, honesta, limpa e ética. Atendimento eficiente e atencioso, com uma mesinha no canto – de preferência com sofá – em que eu pudesse comer acompanhada por um bom livro sem ser incomodada.
É pedir muito?
Hoje, já escolhi marido, carro, banda predileta, roupa e religião. Mas na hora do almoço, ainda dá vontade de levar marmita de casa.

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| 08.06 |
Recebi algumas mensagens de leitores saudosos, pedindo notícias minhas por aqui. E como a vida está mais corrida do que nunca, vou contar para vocês o que rola no front Mixirica, enquanto o próximo post de verdade não vem.
- Sempre que tenho uma foto linda de comida sem receita acompanhando eu penso em publicar, mas lembro do Matt, que disse que só jogar uma foto no blog é trapacear, e volto atrás. Vocês leitores merecem meu tempo e minha atenção.
- Desde que uma moça começou a me ajudar em casa e a cozinhar para os que almoçam lá os meu jantares se resumem ao aproveitamento das sobras do almoço. Saibam que tenho sido bastante criativa...
- Invejinha dos que conseguem almoçar em casa, já que há mais de mês só consigo almoçar na mesa do escritório, correndo para colocar minhas tarefas em dia. Minha dieta se baseia em sanduíche de falafel, pot pie de frango e sanduíches de salmão defumado. Dieta gostosa, diga-se, já que pelo menos alguma alegria eu mereço, mesmo privada de almoços agradáveis.
- Por causa desse tanto de trabalho, tenho uns 5 posts começados e nenhum terminado. A vida tem me pegado de jeito.
- E como se não bastasse cuidar da casa, da filha, do marido, do trabalho e do gato, estou escrevendo mais um livro. Doida, eu? : )
- Saudades da avó do marido, que está viajando e não vai fazer quentão para mim esse ano. Se você tiver uma receita supimpa de quentão, compartilhe aí nos comentários, porfa, o espírito junino que reina aqui no meu lar agradece.
- E na foto abaixo, o café da manhã na cama que minha pequenota ganhou no seu aniversário. Pois é amigos, o tempo voa. E para comemorar seu primeiro ano ela comeu queijinho e puffs, que a tia trouxe de viagem, comidinhas preferidas dela.

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| 26.05 |
Comidinhas defumadas correm em minhas veias. É um sabor tão familiar que considero defumados uma das coisas mais confortantes de se comer. Meu pai é expert em defumados e as costelinhas que ele faz têm até um séquito.
Os Riga Sprats, peixinhos enlatados letos já mencionados por aqui antes, acompanham a família como cachorrinho fiel de mendigo – com a diferença que nós é que comemos os peixinhos, não precisamos alimentá-los.
Por essas e por outras tive que comprar as ostras defumadas que apareceram na minha frente no mercado.

A mesma cor dourada e o mesmo sabor amadeirado dos amados Riga Sprats, mas com uma textura muito mais macia. Virei fã.
Anotem, que para mim 2009 é o ano da ostra.
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| 11.05 |
Passadas as comemorações do dia das mães, vejo que uma amiga colocou o seguinte no twitter:

Nem sei em qual restaurante ela foi, mas eu respondo: dia das mães é um dos piores, senão o pior, dia para comer fora. Restaurantes lotados, garçons atarefados, cozinha fervendo... Mas sabe o que? Isso não é desculpa.
Se aquela família escolheu o seu restaurante para comemorar o dia das mães, recebê-los é um privilégio e é papel do restaurante fazer daquele momento o mais agradável e proporcionar um evento especial e memorável. Seja seu restaurante o Fasano ou o McDonalds.
Por que esse é o dia em que as mães merecem ser reconhecidas e bem tratadas, merecem a folga e a paparicação, já que o trabalho e as preocupações que têm todos os dias muitas vezes é tido como rotina e nem é lembrado. Nesse dia do ano, reservado a elas, as mães merecem ser mimadas.
Portanto, restaurantes, antes de divulgarem menus especiais para a data e chamarem ainda mais gente para suas mesas, saibam se sua cozinha e seus funcionários estão dispostos a encarar o desafio do serviço no dia das mães. Senão, nem abram as portas no segundo domingo de maio. Mãe merece só o melhor.
E por isso, amiga, não releve. Imprima esse post e mande pelo correio pro restaurante que deixou você a desejar, justo no seu dia, tá?
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| 08.05 |
Estou passando por uma fase saudosista. Não sei se por que a filha cresce rápido, ou se o tempo está tão curto que foge das mãos, mas ando com saudades de tudo, principalmente das coisas que comi.
A saudade bate mais forte para aquelas coisas que dificilmente vou encontrar por perto, no nosso país tropical abençoado por Deus, que tem muita coisa boa, mas infelizmente não tem salmão selvagem.

E viver sem salmão selvagem marinado dói. A cada café da manhã de domingo, quando um pãozinho com cream cheese ou creme azedo, salmão e uma mimosa é tudo o que alguém precisa pra ser feliz (se tiver um bebê fofo brincando ao lado, melhor ainda).
Saudades de vocês também leitores, aguardem que estou voltando, minha cozinha já dá sinais de fumaça. E não é a comida queimando...
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