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A panela amarela de Alice: memórias de cozinha e maternidade
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"Existem poucas coisas melhores na vida que alimentar seu filho.
Se tem, não conheço.
Agora aquele começinho, o momento em que ele deixa o leite materno e passa a comer comida, é realmente mágico. Elaborar o cardápio, preparar e oferecer o alimento é tão simples, tão essencial. Todo mundo passa por isso. Mas que delícia quando conseguimos passar por esse rito, aproveitando-o, curtindo e melhor ainda cozinhando!
A passagem do peito para o prato é cercado de muitas inseguranças: a dúvida em saber se ele vai gostar da comida, cada colherada uma nova descoberta, um contato com o mundo que ele está prestes a conhecer. Ele já não mama mais no peito, mas você ainda o alimenta com a comida carinhosamente preparada, e assim mãe e filho vão descobrindo juntos os prazeres e os desprazeres de uma vida que ainda vai desenrolar.
Tenho 2 filhos e sempre adorei fazer suas papinhas. Gostava de brincar com as cores e texturas, costumava amassar a comida com o garfo deixando-a rústica e pedaçuda, besuntava com azeite, ervas e uma pitadinha de sal marinho. Não concordo que comida de bebê deva ser sem graça e esse livro não só prova isso como nos ensina como faze-la ficar deliciosa.
Me encantei pela Panela Amarela da Alice.
A Tatu tem jeito, boa escrita e mão de cozinheira delicada. Ela nos mostra de forma trivial o como e o porquê se cozinha para um filho, nos convida a soltar, a mão, a colher e o coração fazendo de cada papinha um grande momento .
Como toda idéia genial esse livro estava ao alcance de qualquer um, mas só essa autora, com sua maneira cordial, poderia susurrar suas receitas, suas vivências e seu amor de mãe, nos aproximando de suas panelas, passadores e peneiras e assim, colher a colher, nos oferecer a sua própria história."
Orelha do livro, por Andrea Kaufmann
Memória Visual
Rua São Clemente, 300, Botafogo/RJ
21 2537.8786 - editora@memoriavisual.com.br |
A peleja do alecrim com o coentro e outros causos culinários: receitas e cordel
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"Um livro que dá vontade de experimentar, de se arriscar em novos sabores ou voltar aos mais básicos, só que de um jeito diferente. É o caso deste volume, recheado de delícias e de cordéis. Nordeste na veia. Em sua versão roots, a do feijão e da carne seca que se junta com o garfo e se arremata com farinha. A dos caldinhos que dão sustança e levantam o ânimo dos convivas. Cozinha de quem come melado para se lambuzar mesmo, em doces comidos aos bocados – porque certos abusos são mesmo necessários nesta vida. Mas tem também a culinária regional exibida, em versões metidas à besta. Boas para fisgar quem está mais acostumado a repetir pratos de outros países do que a garimpar sabores em território nacional. Está servido de um cupcake de mandioca com goibada? Sim, claro. Quem vai recusar. Ainda mais com história boa para acompanhar. E Tatu, Tatiana Damberg, autora desta caprichada coleção de delícias e sensações, conhece os truques para elaborar bons enredos gastronômicos. Porque é apaixonada por sabores e moça prendada por natureza. Que deve ter nascido já de avental amarradinho na cintura, aposto. E que dita receitas como quem compatilha o segredo mais valioso da vida. Que comenta detalhes que você não pode esquecer, chama cebola dourada de linda e adiciona o tempero de quem conhece o sabor de se viver o momento. Seja preparando um bolo de rolo ou fazendo rima com beijos açucarados. Para morrer de vontade de repetir em casa."
Orelha do livro, por Chris Campos
Memória Visual
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Papel-manteiga para embrulhar segredos :: Cartas Culinárias
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"Este Papel manteiga para embrulhar segredos :: cartas culinárias não forra as fôrmas, sequer se deixa descansar nele a cobertura do bombom. Este papiro é compatível com a língua, a física e a falada, pode-se embrulhar nele sabores factíveis e ficciones. Livros que receitam são tão íntimos quanto o amor. Receitas são letras e não o bolo em si, a bandeja. Porque palavras se transformam em bolo se você quiser. Eis um romance permeado de receitas até para quem não tem fogão. Cozinhe e faça a sesta, uma vez que as cartas/capítulos deste romance levam o leitor ao sombreiro que a boa literatura traz aos bons de prato. Ingredientes unidos por Tatiana Damberg, em alquímica sabedoria, encontram seu cozimento nas graças de Cristiane Lisboa, que faz literatura até com miolo de pão. A forma como se escolhe ingredientes, como se perfuma as panelas e se deixa cozer as carnes, foi, é, e sempre será misteriosa para quem a faz, imagine para quem a lê. Tem as mãos um romance epistolar, receitas solares e madrigais. Alcance uma poltrona e dispense o guardanapo. Ninguém está olhando."
Orelha do livro, pela Andréa del Fuego
Em 2005 recebi um convite irrecusável. Receitar comidinhas para acompanhar as cartas de Antônia à sua Bisa no livro Papel manteiga para embrulhar segredos :: cartas culnárias, fruto do coração da talentosa Cristiane Lisbôa, escritora prendada e dona de micra-editora muito charmosa. Aceitei o convite sem titubear.
O livro está à venda em boas livrarias, mas se por acaso não achar, procure a Camila Perlingeiro, que é a editora mais querida que há, na Memória Visual.
Memória Visual
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